Os novo ataques incluiram o de um drone sobre a posição de um morteiro e o de quatro aviões caça F/A-18 contra um comboio do EI perto da cidade de Erbil, capital da região do Curdistão iraquiano.
O EI é um grupo radical islâmico jihadista que se apoderou de uma parte do noroeste do país, na fronteira com a Síria, e proclamou a criação de um califado nas zonas conquistadas. Os membros desse grupo se apresentam como herdeiros de um regime que existiu da época do profeta Maomé até um século atrás.
Autoridades norte-americanas e europeias disseram que comboios do EI estavam indo em direção a Erbil. Governos ocidentais temiam que um dos comboios poderia estar a caminho de um ataque a comunidades cristãs da área de Erbil, disse uma das autoridades.
O governo regional do Curdistão e autoridades dos Estados Unidos disseram que combatentes curdos foram desarmados pelas forças do EI.
Os bombardeios dos EUA foram autorizados nesta quinta-feira (7) pelo presidente Barack Obama para defender as minorias que estão sendo massacradas pelos jihadistas no país. Obama também autorizou uma operação humanitária de assistência aos deslocados.
No primeiro ataque desta sexta, duas aeronaves F/A-18 lançaram bombas guiadas por laser contra uma artilharia móvel dos jihadistas perto de Erbil, segundo o porta-voz do Pentágono, o almirante John Kirby. Ele afirmou que os rebeldes islamitas têm utilizado esta artilharia para bombardear as forças curdas que estão defendendo Erbil, onde tropas americanas estão localizadas.