Após se mostrar homofóbica e dizer que
gays precisavam de tratamento, a vocalista da banda Calypso, Joelma, se
meteu em outra polêmica. Nas últimas semanas, o relacionamento de Joelma
com a filha Natalia Sarraff virou polêmica e se tornou destaque nos
principais sites de fofoca do Brasil. As manchetes foram marcantes com
fortes declarações de mãe e filha. Pela primeira vez, a vocalista
recebeu uma equipe de televisão em sua casa para comentar o polêmico
caso com sua mãe.
A cantora Natalia Sarraff, 24 anos, não é
filha de Chimbinha. Ela nasceu quando a mãe morava no interior do Pará e
também sonhava com o sucesso. Quando Joelma se mudou para Belém para
tentar a carreira de cantora, Natalia ficou sob os cuidados das tias
Isabela e Joseli. “Eu apoio ela demais. É uma felicidade imensa. Eu
faria tudo pela minha filha. Como é que se diz, tem coisa na vida da
gente que não pode fazer. Se eu tivesse condições, eu daria o maior
apoio à minha filha. Ela enche meu coração de alegria!”, diz o pai da
menina, Luís Sarraf.
Atualmente, a filha de Joelma e a prima
moram em Santo André, ABC Paulista, onde receberam a equipe do Domingo
Show (Record). Ela divide um apartamento de pouco mais de 70 m² com a
prima Gabriela, integrante da banda Sarraff. Em entrevista ao repórter
Tom Bueno, Natalia contou que sua mãe não queria que ela fosse cantora.
“Ela nunca quis que eu fosse cantora. Ela queria que eu estudasse e me
formasse. Mas quando comecei a cantar não pensei em outra coisa. Ela
nunca me apoiou na música. Eu não penso em fazer sucesso, penso em me
realizar profissionalmente e realizar o sonho da minha família e tudo
mais. Vivo do meu trabalho e não recebo ajuda dela’, contou.
A infância de Natalia ficou marcada pela
ausência da mãe. “Desde quando me entendo, não me lembro da minha mãe.
Passava as férias com ela. Era uma vez por ano. Ela, às vezes, ligava,
mas acho que naquela época era bem caro para ficar ligando”. Mesmo
assim, Natália conta que não existe nenhum ressentimento com a mãe.
”Muita gente pergunta: Você sente mágoa dela? Eu não sinto mágoa
porque, pra mim, o carinho de mãe eu tenho pelas minhas duas avós. É
convivência. É o que dizem, pai e mãe são aqueles que criam. Falta
afinidade. Tanto é que minha avó paterna eu chamo de mãe. Ela que fez o
papel de mãe”.
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