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domingo, 26 de abril de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
Forte terremoto no Nepal e na Índia deixa mortos
Um forte terremoto de magnitude 7,9
estremeceu neste sábado (25) o Nepal e a Índia, informou o Instituto de
Geofísica dos Estados Unidos (USGS). O número de mortos chegou a 876,
segundo a agência de notícias France Presse. O número de mortos na Índia
chega a 12, com 6 mortos em desabamentos de casas em Uttar Pradesh e 6
em Bihar, ao leste, segundo funcionários do governo. Mas o número de
vítimas deve subir, pois há muitos feridos nos dois países.
“O número de mortos pelo terremoto subiu
a 876, incluindo 524 no vale do Katmandu”, informou o porta-voz da
polícia, Kamal Singh Bam, à AFP. “Os esforços de resgate ainda estão em
andamento. Tememos que o número de vítimas suba à medida que os
escombros sejam vasculhados”, acrescentou.
“Centenas de pessoas podem ter morrido e há relatos de danos
generalizados. A devastação não está confinand a algumas áreas do Nepal,
quase todo o país foi atingido”, disse Krishna Prasad Dhakal,
vice-chefe da missão na embaixada do Nepal, em Nova Déli.
Duas vítimas fatais já confirmadas seriam duas adolescentes. Uma
garota morreu ao ser atingida por uma estátua em um parque da capital,
Katmandu. Outra menina, de 15 anos, morreu no norte da Índia, soterrada
em sua casa em uma aldeia perto da fronteira com o Nepal.
Há feridos nos dois países, muitos em estado grave, mas o número oficial não foi divulgado.
Segundo o Itamaraty, a comunicação com as autoridades no Nepal está muito ruim, mas até o momento não há informações de brasileiros mortos ou feridos. Uma equipe de funcionários da embaixada está fazendo uma busca nos hotéis e nas comunidades brasileiras para saber se precisam de ajuda.
Resgate nepalês remove corpo de uma vítima. (Foto: Prakash Mathema / AFP Photo)
O tremor deixou um rastro de destruição em Katmandu. Há registros de
danos em edificios e casas, especialmente nas construções mais antigas, e
também em templos e monumentos.
A torre histórica de Dharara, erguida em 1832 na capital do Nepal, não resistiu ao tremor e foi totalmente destruída. Ao menos um corpo foi retirado dos escombros.
Milhares de pessoas deixaram seus lares e estão nas ruas da capital, com receio de que casas e prédios desmoronem.
Testemunhas disseram às agências de notícias que o terremoto durou entre 30 segundos e dois minutos.
O sismo afetou as comunicações e abriu valas e rachaduras nas ruas e calçadas do Nepal, deixando uma nuvem de poeira pela cidade.
Mães
e filhos deixam suas casas e esperam em uma escola após forte terremoto
atingir o Nepal e a Índia. (Foto: Navesh Chitrakar / Reuters)
Monte Everest
O forte terremoto desencadeou uma avalanche no Monte Everest. Segundo uma autoridade do Ministério do Turismo local, são ao menos 10 mortos.
“O número de vítimas pode subir e incluir estrangeiros”, disse ministério em Katmandu à agência Reuters.
O alpinista romeno Alex Gavan disse no Twitter que havia muitas pessoas na montanha na hora da avalanche.
O montanhista cearense que está no Monte Everest, Rosier Alexandre, ligou para a família por volta das 7h30 da manhã deste sábado (25), após o terremoto que atingiu o Nepal. O montanhista conversou com a mulher e disse que está bem. “Ele falou muito rapidamente, disse que está bem, mas não sabe como está a via de escalada”, disse Danúbia Saraiva, mulher de Alexandre. O cearense está no campo 2 do monte, a 5.364 metros de altitude.
Índia
O tremor sacudiu algumas regiões da Índia, principalmente o norte do país, desde Calcutá, Nova Déli, até a fronteira com o Paquistão. Ao menos seis pessoas morreram na Índia, cinco delas no estado de Bihar (noroeste), informaram autoridades.
O sismo ocorreu às 3h11 (de Brasília), a 77 km ao noroeste de Katmandu e a 15 km de profundidade. Inicialmente, o USGS registrou magnitude 7,5, elevada posteriormente a 7,9. Outras quatro réplicas menores atingiram o país logo após o terremoto mais potente.
Pessoas esperam do lado de fora do Aeroporto Internacional de Katmandu. (Foto: Dhany Osman / via Reuters)
Há feridos nos dois países, muitos em estado grave, mas o número oficial não foi divulgado.
Segundo o Itamaraty, a comunicação com as autoridades no Nepal está muito ruim, mas até o momento não há informações de brasileiros mortos ou feridos. Uma equipe de funcionários da embaixada está fazendo uma busca nos hotéis e nas comunidades brasileiras para saber se precisam de ajuda.
A torre histórica de Dharara, erguida em 1832 na capital do Nepal, não resistiu ao tremor e foi totalmente destruída. Ao menos um corpo foi retirado dos escombros.
Milhares de pessoas deixaram seus lares e estão nas ruas da capital, com receio de que casas e prédios desmoronem.
Testemunhas disseram às agências de notícias que o terremoto durou entre 30 segundos e dois minutos.
O sismo afetou as comunicações e abriu valas e rachaduras nas ruas e calçadas do Nepal, deixando uma nuvem de poeira pela cidade.
Monte Everest
O forte terremoto desencadeou uma avalanche no Monte Everest. Segundo uma autoridade do Ministério do Turismo local, são ao menos 10 mortos.
“O número de vítimas pode subir e incluir estrangeiros”, disse ministério em Katmandu à agência Reuters.
O alpinista romeno Alex Gavan disse no Twitter que havia muitas pessoas na montanha na hora da avalanche.
O montanhista cearense que está no Monte Everest, Rosier Alexandre, ligou para a família por volta das 7h30 da manhã deste sábado (25), após o terremoto que atingiu o Nepal. O montanhista conversou com a mulher e disse que está bem. “Ele falou muito rapidamente, disse que está bem, mas não sabe como está a via de escalada”, disse Danúbia Saraiva, mulher de Alexandre. O cearense está no campo 2 do monte, a 5.364 metros de altitude.
Índia
O tremor sacudiu algumas regiões da Índia, principalmente o norte do país, desde Calcutá, Nova Déli, até a fronteira com o Paquistão. Ao menos seis pessoas morreram na Índia, cinco delas no estado de Bihar (noroeste), informaram autoridades.
O sismo ocorreu às 3h11 (de Brasília), a 77 km ao noroeste de Katmandu e a 15 km de profundidade. Inicialmente, o USGS registrou magnitude 7,5, elevada posteriormente a 7,9. Outras quatro réplicas menores atingiram o país logo após o terremoto mais potente.
Extraída do G1
Serrinha realiza quatro julgamentos; três foram condenados
O município de Serrinha realizou quatro julgamentos durante a Semana Nacional do Júri, ocorrida entre os dias 13 e 17 de abril. Três homens foram condenados e um foi absolvido.
Todas as sentenças seguiram pedido do Ministério Público estadual. Carlos Cezar Brito dos Santos foi condenado a 21 anos de prisão por homicídio qualificado, já que asfixiou a vítima até a morte.
Gerson Pinheiro da Silva foi sentenciado a seis anos e três meses de reclusão por homicídio simples. A sentença contra Alex Correia dos Santos foi de sete anos e seis meses de prisão por tentativa de homicídio.
Já José Nerivan de Jesus Silva foi considerado inocente da acusação de homicídio contra Joanes Militão dos Santos. A acusação contra Alex foi sustentada pela promotora de Justiça Núbia Rolim dos Santos. Nos demais julgamentos, atuou o promotor de Justiça Gilber Santos de Oliveira.
Lavrador é preso por tentar assassinar homem em bar no município de Pindobaçu
A polícia cumpriu o mandado de prisão preventiva na quarta-feira (22),
para o lavrador Otoniel Alves de Miranda, de 29 anos, acusado de tentar
assassinar o também lavrador Alex de Carvalho, em março de 2013, no
município de Pindobaçu, localizado a 243 km de Serrinha.
O suspeito compareceu a DT (Delegacia Territorial) do município acompanhado de um advogado.
De acordo com informações da polícia, o crime ocorreu dentro de um bar, no povoado de Angico. A tentativa de homicídio foi motivada por uma antiga rixa entre os trabalhadores rurais.
Após a tentativa de homicídio, Miranda trocou o endereço diversas vezes e também de emprego para dificultar a sua localização pela polícia.
Depois de preso, o suspeito foi encaminhado à carceragem da Coorpin (Coordenadoria Regional de Polícia do Interior), em Senhor do Bonfim, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O suspeito compareceu a DT (Delegacia Territorial) do município acompanhado de um advogado.
De acordo com informações da polícia, o crime ocorreu dentro de um bar, no povoado de Angico. A tentativa de homicídio foi motivada por uma antiga rixa entre os trabalhadores rurais.
Após a tentativa de homicídio, Miranda trocou o endereço diversas vezes e também de emprego para dificultar a sua localização pela polícia.
Depois de preso, o suspeito foi encaminhado à carceragem da Coorpin (Coordenadoria Regional de Polícia do Interior), em Senhor do Bonfim, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Serrinha : Por falta de preparo shopping é invadido pela Águas da chuva
Ontem a chuva quê caiu aqui em Serrinha trouxe alivio para algumas pessoas quê já estavam preocupados por não terem água em seus tanques para seus animais e ao mesmo tempo acabou com o calor quê já estava causando mal . Para saúde de muitas pessoas quê tem problemas de obesidade mais como nem tudo acontece como o homem quer por quê as vezes o próprio homem causa seus danos o interior do shopping também foi invadido pela chuva isso poderia ser evitado se os homens quê se dizem ser inteligentes. Na arte de edificações analisassem antes de construir essa estrutura nesse local quê se prestarem bastante a tensão poderão ver quê é mesmo um convite para as águas da chuva por quê está em um local onde facilita a queda dágua então quando chove as águas já tem endereço certo interior do shopping . Quando fatos dessa natureza acontece as pessoas dizem quê é um mal tempo e quê a chuva causa transtornos mais quando passam meses sem chover começam a clamar e reclamar então diante disso deixaremos aqui a seguinte indagação . Será quê mesmo tendo um cofre amarrotado de dinheiro e com as geladeiras cheias de alimentos poderemos viver sem a presença da chuva quê alguns tanto dizem quê causa transtornos e chamam de mal tempo? Se algum sabido tiver a resposta para essa simples indagação sintam - se a vontade para responder.
Foto de colaborador com Reportagem Nem Silva
Foto de colaborador com Reportagem Nem Silva
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Agentes de segurança são detidos na Micareta por se passarem por policiais, diz PM
Um grupo de 12 agentes especiais, que,
segundo a polícia civil, estava agindo de forma clandestina e se
passando por policiais, foi detido nas primeiras horas da madrugada
desta sexta-feira (24) por policiais militares no Circuito Maneca
Ferreira.
O grupo foi conduzido ao posto da
polícia civil, que funciona nas dependências do Centro Estadual de
Ensino Profissionalizante (antigo colégio Estadual). Em poder deles, os
policiais apreenderam coletes com a tarja de agente especial,
cartucheiras, pares de algemas, cassetetes e uma faca.
Um dos agentes detidos informou que
constantemente o grupo está nas ruas da cidade ajudando as pessoas e a
própria polícia na segurança pública. “Não estávamos fazendo nada de
errado. Apenas pegamos um rapaz que estava brigando, o tiramos do
circuito da festa e o levamos para um posto da Polícia Civil. Pedimos
que os policiais nos ajudassem, mas recebemos voz de prisão”, afirmou
Manuel Da Luz Conceição, acrescentando que a detenção casou
constrangimento e vergonha ao grupo.
O comandante do Policiamento Regional
Leste, Coronel Adelmário Xavier, informou que os agentes estavam usando
equipamentos de segurança pública, como algemas e cassetetes e que
faziam serviços de segurança pública, o que não é permitido. “Eles são
clandestinos, foram presos em flagrante e vão responder por isso”,
afirmou. O coronel disse ainda que foi constatado que eles estavam
praticando agressões no circuito da festa.
O coordenador Regional de Polícia,
delegado João Rodrigo Uzzum, informou que o grupo estava praticando
usurpação de função pública, praticando diversos crimes contra os
cidadãos, pois fazia abordagens no circuito da festa agredindo pessoas e
conduzindo para delegacias, atuando como se fossem policiais. “Eles não
podem fazer isso, pois é crime e se um cidadão for abordado por esses
homens devem procurar a polícia que vai tomar providências”, afirmou.
O coordenador disse ainda que eles serão
atuados em flagrante por crimes de falsidade ideológica, usurpação de
função pública e posse ilegal de arma branca. “Vamos estudar todas as
tipificações possíveis para enquadrar esses elementos”, informou Rodrigo
Uzzum.
O delegado contestou a informação dada
por um deles de que as forças de segurança teriam conhecimento desse
trabalho feito pelo grupo.
Extraída do Acorda Cidade
Jovem adotada por italianos há 25 anos busca mãe biológica na Bahia
Aiala Jessica Stramaglia nasceu
em Feira de Santana no dia 5 de agosto de 1989, mas, aos quatro meses de
idade, foi adotada pelo casal de italianos Vincenzo Stramaglia e
Giuseppina Maramo. Hoje, aos 25 anos, ela é formada em biomedicina e
vive na província de Avellino, perto de Nápoli, no sul da Itália, com o
pai adotivo, já que a Giuseppina morreu há 13 anos. A jovem tem buscado a
mãe biológica, Maria Sônia de Oliveira Santos, há cerca de cinco anos
e, segundo informações conseguidas por Aiala, a mulher, que hoje teria
42 anos, pode viver em Vitória da Conquista. Já se sabe também os nomes
de seus avós maternos: Otaviano de Oliveira Santos e Laurita Rosa dos
Santos. “Minha mãe (biológica) vivia na casa de um casal, em Feira de
Santana, quando eu nasci. Eles me disseram que, depois que eu parti para
a Itália, ela foi para Vitória da Conquista, mas não sei se ela
continua ali”, contou Aiala em entrevista ao Bahia Notícias. Maria Sonia
tinha 18 anos quando deu a luz ao bebê. Abandonada pelo pai da criança e
sem condições de criá-la, a empregada doméstica aceitou a sugestão dos
patrões, que tinham amigos italianos interessados na adoção.
Aiala ainda no Brasil com o pai adotivo Vincenzo Stramaglia / Foto: Arquivo Pessoal
Aiala sempre
soube das suas origens, mas o desejo e a ansiedade para encontrar a mãe
biológica aumenta a cada dia, ainda mais após a perda da mãe adotiva.
“Quanto mais passa o tempo, mais diminuem a probabilidade de
encontrá-la. Os meus pais são fantásticos, eu os amo imensamente. Mas eu
sou brasileira. Alguém fez a escolha certa e me deu uma vida melhor,
uma vida feliz. Também tive o azar com a morte da minha mãe, quando eu
era pequena. Mas eu sou formada, noiva há oito anos, amada por todos os
parentes e isso é mérito da minha mãe biológica. Ela não ficou comigo
porque estava sozinha e era pobre, não porque não me queria. O meu pai
eu nem sei se sabe que eu nasci, ele a abandonou. A escolha da minha mãe
eu vejo como um ato de amor. Eu a procuro para dizer obrigada. Acho que
ela pensa em mim, mas não tem como me encontrar ou, quem sabe, não quer
perturbar a minha vida”, explica a jovem, que é filha única e tem
esperança também de encontrar eventuais irmãos.
Giuseppina Maramo, mãe adotiva, com Aiala ainda no Brasil, antes da ida para a Itália, em 1989 / Foto: Arquivo Pessoal
Ela não fala
português, mas tem buscado com determinação maneiras para encontrar sua
mãe. Aiala tem estabelecido contato com muitos brasileiros nas redes
sociais e usa o tradutor do Google para se comunicar. No entanto, a
barreira linguística é um problema para ela. Além disso, caso encontre o
paradeiro da mãe e ela deseje conhecer a filha, existe um outro
obstáculo entre as duas. “Estou buscando uma maneira para ir ao Brasil. A
Itália vive uma profunda crise econômica e o desemprego entre os jovens
é de 40%. A empresa do meu pai não vai muito bem e eu não encontro
trabalho”, conta a biomédica.
Maria Sônia de Oliveira Santos, mãe biológica de Aiala, aos 18 anos / Foto: Arquivo Pessoal
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