segunda-feira, 28 de abril de 2014

PM mata namorada na frente da mãe no Rio de Janeiro

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Um policial militar atirou quatro vezes contra a própria namorada em Olaria, zona norte do Rio. A mãe dele estava no local do crime e contou em depoimento que tentou impedir o filho. A polícia ainda não sabe o motivo do assassinato.
Fonte: R7.com

Jovem com câncer terminal tem crise de tosse e acaba expelindo tumor das vias aéreas


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Na semana passada, um jovem, que parecia estar em estado terminal devido a um câncer, apareceu nas mídias mundiais por conta de sua despedida comovente no Facebook. Stephen Sutton, no entanto, parece que teve seu panorama de saúde alterado depois de supostamente ter tossido um tumor.

O jovem disse na semana passada que sua respiração estava muito ruim, devido ao colapso de seu pulmão direito. Mas, no último domingo, comentou que ficou sufocado com uma crise de tosse, e, durante o pânico de não conseguir respirar, acabou expelindo um objeto sólido oval, manchado de vermelho. Em seguida, sua respiração começou a voltar ao normal, e agora ele diz estar muito melhor.

O jovem disse na semana passada que sua respiração estava muito ruim, devido ao colapso de seu pulmão direito. Mas, no último domingo, comentou que ficou sufocado com uma crise de tosse, e, durante o pânico de não conseguir respirar, acabou expelindo um objeto sólido oval, manchado de vermelho. Em seguida, sua respiração começou a voltar ao normal, e agora ele diz estar muito melhor.

“Desde então, minha respiração melhorou dramaticamente. Ao longo da noite minha garganta estava muito dolorida, mas o meu oxigênio e outros níveis de saturação estão altos. Nesta manhã eu não precisei de nenhum oxigênio externo para respirar (com equipamentos do hospital), e estou me sentindo fantástico!”, disse Stephen.

A conclusão dos médicos para o acontecimento é que Stephen tenha tossido um tumor, que estava bloqueando suas vias aéreas. O jovem ainda segue se recuperando.

Crack é a droga mais consumida em Fortaleza, aponta levantamento

O crack é a droga mais consumida em Fortaleza quando utilizada sozinha, segundo o levantamento do Núcleo de Informação, Pesquisa e Drogas , da Coordenadoria de Políticas Públicas sobre Drogas (CPDrogas).  O estudo traça o perfil dos usuários atendidos presencialmente no Centro Integrado de Referência sobre Drogas e pelo teleatendimento. 

No registro de consumo de mais um tipo de entorpecente, estão o crack e o álcool, seguido pela cocaína e a maconha. Os dados também mostram que mais 38% dos usuários não completou o Ensino Fundamental.  As regionais IV, V, VI, que engloba grande parte dos bairros de periferia,  tiveram um maior índice de atendimentos.

Em seis meses de funcionamento, 6.018 usuários de álcool, crack e outras drogas e seus familiares foram acolhidos, atendidos e encaminhados para os serviços de tratamento da rede municipal.
Amigos e familiares buscam atendimento para usuários pelo telefone
91% das pessoas que buscam atendimento por telefone são familiares e amigos dos usuários para qual o atendimento é solitado. As substâncias psicoativas mais citadas são o álcool e o crack. No teleatendimento, os bairos mais solicitados são das regionais III, IV, VI.

De acordo com a titular da CPDrogas, Juliana Sena, o levantamento é fundamental para embasar futuros projetos e ações que devem ser voltados para o atendimento das necessidades da população. “Estamos trabalhando com um plano de ações integradas, no qual a prevenção, o tratamento e a ressocialização caminhem juntos no enfrentamento às drogas na cidade”, ressalta.

Mesmo com as recorrências apontadas, Sena explica que não existe perfil único de usuários e que são inúmeros fatores psicológicos, emocionais, genéticos e social que ocasionam uma dependência quimica.

Serrinha: Traficante transportava droga na fralda da filha Ascom PC


A traficante Jaqueline Ferreira de Souza, de 28 anos, foi presa, no final da tarde de sexta-feira (25), em Serrinha, logo após visitar o seu companheiro Fracileno de Jesus Nunes, o “Su”, no conjunto penal daquele município, onde ele está recolhido em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na ala de segurança máxima. Com dois mandados de prisão preventiva em aberto, ela era incumbida de transportar drogas entre Serrinha e Bom Jesus da Lapa, escondidas nas fraldas da filha do casal, segundo apurou o delegado Mozart Cavalcanti, coordenador da 15ª Coorpin (Coordenadoria Regional de Policia do Interior).



Outra integrante da quadrilha de “Su”, identificada como Viviane Vieira Maia, de 26 anos, foi capturada em Bom Jesus da Lapa, por policiais militares. As investigações apontam que ela emprestava sua conta corrente para o tráfico, fazendo depósitos e retiradas bancárias, a mando do líder. Viviane trabalhava na Pastoral da Criança, naquela cidade, e teve a prisão decretada pela Justiça local.



O esquema de tráfico entre Serrinha e Bom Jesus da Lapa começou a ser desarticulado no final de janeiro deste ano, durante a Operação Líder, deflagrada na Fazenda Jibóia, de propriedade de “Su”, na zona rural de Bom Jesus da Lapa. Ali foram apreendidos mais de 100 quilos de drogas, entre maconha, cocaína e crack, 517 munições de diversos calibres quatro pistolas, duas carabinas, 14 carregadores, um rifle com mira de longo alcance e supressor de ruídos, 13 cadernos com anotações da contabilidade do tráfico, extratos de comprovantes em contas bancarias, e a quantia de R$ 28 mil.



A operação conjunta das polícias Civil e Militar resultou ainda nas prisões de vários integrantes da organização criminosa de “Su”, que dominava o tráfico de drogas em Bom Jesus da Lapa e região. Além de Fracileno, estão presos no Conjunto Penal de Serrinha Franclin Darling de Oliveira Lima, o "Frank", e José Nativo Ferreira de Almeida Junior o "Nativinho", este irmão de Jaqueline.



De acordo com o delegado Mozart Cavalcanti, todos respondem por uma série de crimes como homicídio, tráfico, associação para o tráfico, porte ilegal de arma, inclusive de uso restrito. “Su” estava preso inicialmente no Presídio da Mata Escura, em Salvador, mas continuou comandando o tráfico de dentro da cadeia, até ser transferido para o sistema prisional de Serrinha.


  

Dívida pública federal soma R$ 2,080 trilhões em março




A dívida pública federal ficou em R$ 2,080 trilhões em março, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Tesouro Nacional. O resultado representa uma alta de 0,64% na comparação com fevereiro, quando a dívida estava em R$ 2,067 trilhões.

De acordo com o Tesouro Nacional, no mês passado, houve resgate líquido de papéis no valor de R$ 3,3 bilhões. Mesmo assim, o endividamento subiu devido aos juros que corrigem o estoque e somaram R$ 16,63 bilhões no período.

O coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, observou que, no mês passado, foi registrado o recorde da história de emissões em ofertas públicas, totalizando R$ 57,97 bilhões. O recorde anterior havia sido registrado em setembro de 2013, com emissão em ofertas públicas de R$ 52 bilhões. Por outro lado, houve um vencimento expressivo de títulos corrigidos pela taxa básica de juros (Selic), o que resultou no resgate líquido de R$ 3,3 bilhões.

Já o prazo médio da dívida pública federal apresentou aumento, passando de 4,36 anos, em fevereiro, para 4,40 anos, em março.

O Tesouro Nacional prevê que a dívida pode chegar ao fim do ano em R$ 2,32 trilhões um aumento de quase 10% em relação ao total de 2013.

Fonte: O Globo

Manicure é assassinada com 16 tiros em crime passional em Fortaleza

Uma mulher foi morta na manhã desta segunda-feira (28) atingida por 16 tiros, ao descer de um ônibus da linha Planalto Vitória - Jardim Fluminense, no Bairro Planalto Vitória, em Fortaleza. De acordo com testemunhas, a manicure Luciele Santana Nunes, de 22 anos, voltava para casa quando foi surpreendida por uma dupla em uma motocicleta que fez vários disparos contra ela e fugiu em seguida.

Segundo a polícia, a suspeita é de que a manicure tenha sido assassinada por vingança. Luciele de Santana Nunes contou a um vizinho que a mulher dele o estava traindo. A mulher, para se vingar, contratou os homens para matar a manicure, ainda segundo a versão da Polícia Militar. O crime é investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Os passageiros do ônibus e os moradores do bairro testemunharam o crime. O motorista do ônibus ainda tentou socorrer a manicure, levando-a até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas ela já chegou morta à unidade de saúde. Até a tarde desta segunda-feira ninguém foi preso.

Fonte: G1 CE

Artista encanta povoado de Feira de Santana decorando casas com paisagens

Dona Doralice, 88 anos, tomou um susto: ‘Pensei que a minha casa tinha sumido’, conta como foi ver o lugar onde mora após o trabalho da artista visual Maristela Ribeiro
Ao sair de casa pela manhã, a lavradora Maria Luísa Lopes, 84 anos, deu uma olhada na fachada de casa. Há um mês, a visão era familiar: paredes brancas e janelas verdes. No fim da tarde, quando voltou, o susto. No lugar da casa estava uma estrada de terra, rodeada por grama e por uma cerca de arame farpado.

Estava na rua errada? Não. Todos os vizinhos pareciam estar no mesmo lugar - a Rua das Flores, no povoado de Morrinhos, a cerca de 40 quilômetros  de Feira de Santana. Avistou o telhado e viu que o imóvel não tinha desaparecido. Mas... Cadê a porta?

É verdade que a estrada, a grama e a cerca são comuns em Morrinhos.  Só que, nesse caso, não passava da fachada da casa onde mora desde que nasceu, com uma pitada de ilusão de ótica.

Quem olha rápido – e até quem olha atentamente – pode não perceber que ali existe uma fotografia adesiva, impressa em tamanho real e colada no que antes era a parede branca. A intervenção faz parte de um trabalho da artista visual Maristela Ribeiro, professora do Instituto Federal da Bahia (Ifba). Há um ano, ela  começou um projeto que pretendia mostrar a realidade de Morrinhos aos seus próprios moradores e ao mundo.
Não, dona Maria Luísa não está numa estrada de chão. Está na frente de sua casa em Morrinhos, Feira. Mais especificamente, na frente da porta - que até ela tem dificuldade de ver

Após oferecer oficinas de arte e fotografia à população, Maristela partiu para a última fase do projeto, que começou em dezembro e se estendeu até março. “Não encontrei nenhuma imagem da comunidade, que existe desde 1940. Imaginei trazer a paisagem regional e usar as casas como telhado”, afirma Maristela, que usa o projeto na pesquisa no doutorado em Artes na Universidade Federal da Bahia (Ufba).

Metáfora
Apesar de chamar atenção dos quase 400 moradores e também dos forasteiros, a casa de dona Luísa não é a única: as paisagens de Morrinhos foram transportadas  para outras nove das cerca de 90 residências do local.

“Meu objetivo era que as casas desaparecessem.  Para mim, era uma metáfora sobre o esquecimento do local, sobre como essas pessoas são deixadas de lado e se tornam invisíveis”. Lá, a maioria dos moradores vive em casas de taipa, sem saneamento básico. A principal fonte de renda, além da agricultura familiar, é o Bolsa Família, segundo a pesquisadora.
Morrinhos: cerca de 90 casas, 400 moradores e muito esquecimento
José Boaventura, o seu Nonô, é só sorriso após a mudança nas casas: ‘Todo mundo amou’

Pois, o objetivo foi alcançado. A casa de Luísa, assim como as outras, sumiu. “Eu demorei para achar a porta, na primeira vez”, lembra. Por sorte, viu o poste que fica quase ao lado da casa. “Agora, olho o poste! A porta fica perto dele”. Até os vizinhos estranhavam. “Perguntavam: cadê a casa de Luísa? Agora, todo mundo está encantado”, orgulha-se.
Confusão
A reação de dona Doralice Lopes, de 88 anos, foi parecida. Seis dias atrás, ela não fazia ideia de que sua casa tinha se transformado em uma cerca que separa a estrada de terra de um rebanho de cabras.

Nos últimos quatro meses, o filho, o lavrador José Boaventura, 68, esteve sozinho na casa de três quartos – ela descansava na casa de outra filha, em Salvador, depois de uma cirurgia “nas vistas”. Quando chegou, não reconheceu a residência onde sempre morou.

“Perguntei: cadê minha casa, gente? Achei que tinha sumido! Quando saí, minha casa era branca. Voltei e estava verde!”, comenta, deslumbrada. Ela nunca tinha visto uma foto em tamanho real. Agora, sentada em um banco de madeira sem recosto, dona Doralice também vê a Rua das Rosas, embora a tal rua não fique ali. O que ela vê, na verdade, é  a fachada de outra casa que reproduz a via do povoado.
Artista Maristela Ribeiro (calça), em frente à casa de dona Doralice (laranja): metáfora

“Eu nasci, me criei e perdi os dentes em Morrinhos, mas nunca tinha visto uma coisa tão bonita!”.  Acostumado a ouvir promessas de políticos que não se concretizam, o filho dela, seu Nonô, achou que o mesmo fosse acontecer com a nova casa. “A gente pensava que não ia sair nada. Quando ela (Maristela) chegou e jogou o papel, foi que a gente viu. Todo mundo amou”.
Atração
Das dez casas, seis ficam na praça central da comunidade - que também concentra a maior parte da vida do povoado. Quase de frente para a igreja, a cachorra Pintada corre em direção às garças que sobrevoam os mandacarus. Contudo, só a cadela está realmente ali. Garças e mandacarus estão representados na casa da lavradora Joana Lopes, 52.
“O povo vem filmar, gravar, tirar foto. Eu fico até preocupada, do jeito que as coisas estão hoje, né?”, dizia, enquanto um grupo de crianças parava em frente à casa para admirar a paisagem. “Ver a casa assim é bom demais. Pena que a gente ainda não tem condições para reformar dentro, né?”, lamentou, mostrando a parede lateral do imóvel, construída com adubo de barro. 

Hoje, Maristela é reconhecida por onde passa, em Morrinhos. Não é política, nem popstar. Mas, lá, é quase uma celebridade. “No início, eles tinham desconfiança, mas são muito hospitaleiros. Perceberam que seria uma troca, porque eles têm uma estética própria”. E se depender dos moradores, essa estética vai ficar exposta por muito tempo, como garantiu dona Doralice: “Não deixo tirar. Só o tempo pode levar embora”, avisa.  Correio24horas