segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

ESPECIAL: Produtividade recorde

ESPECIAL: Produtividade recorde



Dois mil e quinze foi um ano turbulento para o Brasil! A maior crise econômica desde o Plano Real afetou negativamente quase todos os setores produtivos e colocou um freio no crescimento da Nação, que viu as contas públicas fecharem novamente no vermelho. No cenário político, o clima de instabilidade e uma avalanche de denúncias de corrupção também foram responsáveis pela paralisação do País. Apesar das medidas de austeridade adotadas pelo governo, como o remanejamento de recursos federais e o corte no reajuste de servidores públicos, a Justiça Federal da 1ª Região conseguiu cumprir, e muito bem, sua missão institucional no ano que passou, com recorde de produtividade no TRF1 e índices satisfatórios nas seções judiciárias.

Os desembargadores federais integrantes da maior Corte da Justiça Federal brasileira, com abrangência sobre 14 unidades da federação, julgaram, até o dia 14 de dezembro, 170,6 mil processos: um aumento de 10% em relação ao ano de 2014 e 15% na comparação com 2013. Nos dois anos anteriores, os julgamentos somaram 155 mil e 148 mil, respectivamente.

Os maiores destaques, em termos numéricos, estão na produtividade das duas Turmas da 1ª Seção do Tribunal, especializadas em matérias previdenciárias (como pedidos de aposentadorias, pensões e benefícios sociais) e de servidores públicos. Juntos, os Colegiados julgaram 80,5 mil processos e atingiram uma média de 366 feitos apreciados por dia útil. Somente na Segunda Turma – composta de três desembargadores federais – o aumento, na comparação com 2014, foi de 30,8%, com 34,7 mil ações julgadas até dezembro.

O presidente do Colegiado, desembargador federal João Luiz de Sousa, ressaltou outro dado importante: os julgamentos superaram em 31% o número total de processos recebidos ao longo do ano, o que garantiu o cumprimento, pela Segunda Turma, da Meta 1 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estipulada para 2015. O mesmo ocorreu na Sétima Turma do Tribunal – presidida pelo desembargador federal José Amilcar Machado e especializada em questões tributárias, financeiras e de conselhos profissionais –, que julgou 20,3 mil feitos até o dia 14 de dezembro.

“Os julgamentos ultrapassam a distribuição de processos dos relatores, e constata-se que o acervo tem diminuído paulatinamente. Tudo isso está sendo conseguido apesar da limitação do quadro de servidores”, observou Amilcar Machado. A Oitava Turma, integrante da mesma Seção de Julgamento, presidida pela desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso, também obteve um bom desempenho em 2015, com 21,3 mil processos analisados.

Nas duas turmas especializadas em matéria penal, de improbidade administrativa e de desapropriação foram julgados quase seis mil processos, sendo 2.967 na Quarta Turma e 2.893 na Terceira Turma, presididas, respectivamente, pelos desembargadores federais I´talo Mendes e Mônica Sifuentes. “Graças ao comprometimento e empenho de magistrados e servidores, a Turma imprimiu maior celeridade no julgamento das demandas e rapidez na tramitação dos feitos, cumprindo, assim, a missão desta Corte Regional”, comentou Sifuentes.

O presidente da Sexta Turma do TRF1, desembargador federal Kassio Marques, também comemorou o índice de 12,4 mil processos apreciados pelo Colegiado, que trata de questões complexas envolvendo a competência residual (ambiental, administrativo, etc.). “Apesar do elevado grau de complexidade das matérias, da ausência de repetitividade, das limitações orçamentárias e de pessoal e da sobrecarga de atividades, conseguimos elevar o número de julgamentos e nos aproximar, em geral, das metas estabelecidas para o ano de 2015”, declarou o magistrado. Somados os feitos analisados pela Quinta Turma, sob a presidência do desembargador federal Néviton Guedes – que trata dos mesmos tipos de matérias e obteve desempenho similar (14,6 mil processos) –, a produtividade da Seção superou o número de 27 mil ações julgadas.

Primeira Turma – Na Primeira Turma do TRF1, o desafio de encarar um acervo de quase 100 mil processos começou antes mesmo de os magistrados Gilda Silmaringa Seixas, Jamil de Jesus Oliveira e Carlos Augusto Pires Brandão tomarem posse como desembargadores federais. Os três integrantes da Turma estão entre os quatro mais recentes membros a ingressarem no TRF da 1ª Região, a partir de dezembro de 2014. Por isso, esses magistrados foram designados para atuar na 1ª Seção (que compreende as 1ª e 2ª Turmas), em que se concentra o maior gargalo do Tribunal em termos de acervo processual: as matérias previdenciárias são as de maior volume no TRF1.

Antes de assumirem as atribuições na Primeira Turma, os novos desembargadores se valeram da ampla experiência na magistratura federal – todos são juízes de carreira – para fazerem um diagnóstico e um mapeamento das matérias que receberiam e do perfil da equipe de servidores e colaboradores que teriam à disposição nos gabinetes. Desde o primeiro dia de posse, os magistrados vêm fazendo uma gestão séria e responsável, evidenciada na produtividade alcançada em 2015. “O desafio maior da Turma é, sim, reduzir o acervo, dando o tratamento digno que o jurisdicionado hipossuficiente merece”, ressaltou a presidente da Turma, desembargadora federal Gilda Sigmaringa Seixas.

Câmaras Regionais Previdenciárias – Para agilizar os julgamentos de processos previdenciários, a Presidência do TRF1 instalou, a partir de março de 2015, quatro Câmaras Regionais Previdenciárias (CRP) na Primeira Região. Os Colegiados compostos de desembargadores e juízes federais vêm atuando de forma descentralizada – fora de Brasília/DF, onde está localizada a sede do TRF1 – no julgamento de milhares de ações. Até o dia 18 de dezembro haviam sido julgados, segundo dados da Divisão de Estatística do Tribunal, 10,7 mil processos nas quatro CRPs, sendo duas em Belo Horizonte/MG, uma em Juiz de Fora/MG e outra em Salvador/BA. Além de ter um impacto menor na estrutura administrativa do Tribunal em relação a recursos humanos e materiais, a opção pelas câmaras fortaleceu a parceria do TRF1 com a Justiça Federal de 1ª instância.

PAJ – Os desembargadores federais da Primeira Turma do Tribunal também passaram a contar, a partir do dia 30 de setembro, com o apoio de uma equipe designada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O chamado Projeto Piloto de Aceleração de Julgamentos (PAJ) tem ajudado no julgamento do acervo processual previdenciário, com 6.761 processos apreciados até o dia 18 de dezembro. “A tendência é otimizar as rotinas, reduzir a taxa de congestionamento, aumentar a produtividade, ‘atacar’ o passivo e reduzir o acervo. Mas é um trabalho longo e árduo”, declarou Gilda Sigmaringa. A atuação da força-tarefa se estenderá pelo próximo semestre, com expectativa de conclusão no dia 30 de junho de 2016.

A produtividade crescente de todo o TRF da 1ª Região já havia sido revelada em um relatório de inspeção ordinária realizada em 2015, no Tribunal, pelo Conselho da Justiça Federal (CJF). No período avaliado, de agosto de 2014 a julho de 2015, a produtividade média e geral do TRF1 foi de 113% do volume distribuído no período. Ou seja, a Corte julgou mais processos do que recebeu, o que significa redução no acervo de recursos.

Mesmo com quadro deficitário de magistrados e de servidores para dar vazão a uma demanda processual historicamente desproporcional à força de trabalho do Tribunal, os desembargadores federais têm envidado todos os esforços possíveis para dar uma resposta rápida e justa aos cidadãos que litigam no âmbito do TRF da 1ª Região.

Outras ações em toda a Primeira Região também contribuíram para o aumento na produtividade, como a implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) no Tribunal e em sete seções judiciárias em 2015: Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No dia 28 de janeiro, a ferramenta foi instalada na Seção Judiciária do Amazonas (SJAM), e ao longo de 2016 o sistema continuará avançando pelas seccionais, de acordo com o calendário previsto:

• SJMT – 07/04
• SJPI – 12/05
• SJPA – 09/06
• SJBA – 15/09
• SJMG – 01/12

A chegada de novos desembargadores federais no TRF1 trouxe reforços para a difícil tarefa de enfrentar a crescente demanda processual. A Corte recebeu cinco novos membros: os magistrados João Luiz de Sousa, Gilda Sigmaringa Seixas e Jamil Rosa de Jesus, que tomaram posse em dezembro de 2014, e Hercules Fajoses e Carlos Augusto Pires Brandão, empossados em 2015.

Em janeiro 2015, as seccionais da Primeira Região também ampliaram seus quadros de julgadores com a posse de 56 novos juízes federais substitutos (foto abaixo), aprovados no 15º concurso para o cargo.

Nas 14 seções judiciárias, o ano foi marcado por muito trabalho e por ações que buscam aumentar a capacidade de atendimento, ampliar o acesso à Justiça Federal e dar mais celeridade à resolução de demandas.

Confira a íntegra desta e outras reportagens na versão eletrônica da Primeira Região em Revista.

Thainá Salviato

Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Polícia prende suposto fiscal da Prefeitura com pistola na Barra

Pol?cia prende suposto fiscal da Prefeitura armado na Barra
O inspetor da Polícia Civil do Ceará Luís Eduardo dos Santos Nascimento, que se identificou como fiscal da Prefeitura de Salvador no Carnaval, foi preso ontem (8), na Barra, após efetuar disparos de arma de fogo para o alto durante a manifestação de ambulantes. Custodiado na Corregedoria da Polícia Civil da Bahia, Luís teve também a sua pistola ponto 40, com brasão do governo cearense, apreendida.

Pol?cia prende suposto fiscal da Prefeitura armado na Barra
Luís Eduardo foi detido por policiais militares e, o momento da prisão, afirmou que trabalhava como fiscal da prefeitura de Salvador, o que será investigado pela polícia. A Polícia Civil do Ceará já foi comunicada sobre o envolvimento do servidor no ato ilícito, que colocou em risco a vida de baianos e turistas.
Fonte: Ascom/SSP

Serrinha: Homem é morto a tiros no bairro do Treze


Um homem de 28 anos, identificado como Fábio Edvan Faustino da Silva, foi morto a tiros em uma rua no bairro do Treze, área periférica da cidade de Serrinha, na noite de sábado (13). Este é o terceiro homicídio do ano na cidade

De acordo com o registro da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 19h40m na Avenida Getúlio Vargas. O homem foi baleado em diversas partes do corpo e morreu no local.

Ainda de acordo com a PM, a autoria, motivação e as circunstâncias do crime não foram esclarecidas. O corpo foi removido do local pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). O caso deve ser investigado. 

Homicídio ocorreu na noite deste sábado (13) no Treze

Segundo a polícia, não há informações sobre a autoria do crime

Portaria do Detran-BA muda regra do porte obrigatório do CRLV; entenda

Desde o Carnaval, os órgãos de trânsito do Estado estão autorizados a aceitar a substituição do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo) pelo comprovante de pagamento dos débitos (IPVA, seguro obrigatório, taxa de licenciamento e multas, se houver), no prazo de 30 dias após o vencimento do documento.

O Detran- BA (Departamento Estadual de Trânsito da Bahia) baixou a Portaria 223/16, publicada no Diário Oficial do Estado, no dia 30 de janeiro de 2016, estabelecendo a mudança. No artigo 2º, o texto diz que “os agentes dos órgãos executivos de trânsito do Estado da Bahia, dentro de cada circunscrição, para efeito de lavratura de auto de infração, somente deverão exigir o porte obrigatório do CRLV, do ano em curso, após 30 dias corridos, a contar da data do documento bancário que comprove a quitação dos débitos, conforme previsto em lei”.

Hoje, o condutor aguarda, em média, de dez a 15 dias para receber o documento do veículo pelos Correios. Antes da portaria, quando era abordado em uma blitz, o motorista era obrigado a apresentar o licenciamento atualizado, sob o risco de sofrer penalidades, mesmo tendo feito o pagamento dos valores devidos. 

As regras para o licenciamento anual não mudam, correspondendo ao calendário do pagamento do IPVA, conforme disposto pela Sefaz-BA (Secretaria da Fazenda do Estado).

O diretor-geral do Detran-BA, Maurício Bacelar, afirmou que vai solicitar ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) para que a portaria sirva de modelo para implantar a mudança em todo o território nacional. "Decidimos adotar essa medida para atender à demanda de condutores por novas regras para a exigência do documento obrigatório do veículo", disse Bacelar.

Governo se articula para barrar projeto que altera lei do trabalho escravo no Brasil



Autor do PL 432/2013, senador justifica que termos "jornada exaustiva" e "condições degradantes", contidos na legislação atual, são definições vagas para caracterizar o trabalho escravo

Projeto entende que o descumprimento da legislação trabalhista não caracteriza trabalho escravo
Divulgação/Ministério Público do Trabalho
Projeto entende que o descumprimento da legislação trabalhista não caracteriza trabalho escravo
A bancada do governo federal no Senado está se movimentando para barrar um Projeto de Lei cujo objetivo é alterar a legislação que define o conceito de trabalho escravo no Brasil. De autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), o PL 432/2013 questiona a caracterização de “jornada exaustiva” e “condições degradantes” como crime e procura outro conceito para defini-lo.
O projeto estabelece que o descumprimento da legislação trabalhista não caracteriza trabalho escravo e que os bens adquiridos por meio dessa exploração sejam confiscados e revertidos a um fundo destinado ao combate à condição.
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) afirma que o governo tem posição contrária ao conteúdo do PL, especificamente em relação à retirada das definições de jornada exaustiva e condições degradantes, e que os senadores do partido se articularão contra a sua aprovação nas audiências públicas sobre o tema, já confirmadas para serem realizadas. Ainda não há previsão para a votação do projeto.
Para Jucá, a definição atual é subjetiva e deveria ser alterada. “A jornada exaustiva varia de pessoa para pessoa. Alguém que trabalha até tarde no escritório, por necessidade, vira jornada exaustiva?", questiona o parlamentar. "É a mesma coisa com a condição degradante. Não podemos deixar espaço aberto para considerações."
O senador Romero Jucá (PMDB-RR):
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O senador Romero Jucá (PMDB-RR): "Não podemos deixar espaço aberto para considerações"
A articulação contra o PL não se limita ao Senado. O secretário Nacional de Direitos Humanos da presidente Dilma Rousseff, Rogério Sottili, tem feito campanha por seu veto, pois considera que a mudança seria um retrocesso para o País. “Vamos mobilizar a sociedade brasileira e o governo para esclarecer a população e, sobretudo, os parlamentares. Tenho certeza que nenhuma das partes concordará com o mérito do projeto", afirma ao iG
O artigo 149 do Código Penal define o trabalho escravo da seguinte forma: submeter pessoas a trabalhos forçados, a jornadas exaustivas ou a condições degradantes de trabalho e impedir a locomoção de uma pessoa em razão de dívida contraída com o empregador.
Para a Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), a definição de “condição degradante” é um conjunto de situações que coloca em risco a saúde e a vida do trabalhador, sujeitando-o a condições desumanas de alojamento, alimentação, trabalho, saúde e segurança.
Já a “jornada exaustiva” caracteriza-se quando o trabalhador é submetido, de forma sistemática, a um esforço excessivo, com sobrecarga de trabalho e sem tempo suficiente para se recuperar fisicamente, o que pode causar danos à sua saúde ou mesmo colocar a vida em risco.
O secretário nacional de Direitos Humanos, Rogério Sotilli discursa em evento da Conatrae
Lucas Alves/iG São Paulo - 28.01.16
O secretário nacional de Direitos Humanos, Rogério Sotilli discursa em evento da Conatrae
Movimento nacionalNa última semana de janeiro, a Conatrae divulgou uma campanha, com apoio do Ministério Público do Trabalho, chamada #SOMOSLIVRES, com o objetivo de esclarecer dúvidas sobre a definição do trabalho escravo contemporâneo. O movimento defende que o conceito do crime, como previsto na legislação atual, está ameaçado por projetos em tramitação no Congresso, incluindo o PL 432 do senador Romero Jucá.
A campanha teve ampla divulgação nas redes sociais e é apoiada por personalidades como os artistas Wagner Moura e Camila Pitanga e parlamentares do PT e do PSOL. Além disso, o Conatrae tem em sua composição nomes importantes do governo, como os ministros da Defesa, Aldo Rebelo; da Agricultura, Kátia Abreu; e do Desenvolvimento Agrário, Previdência e do Trabalho, Miguel Rossetto.
Pesquisa do Instituto Ipsos divulgada na semana do lançamento da campanha concluiu que, apesar de a sociedade brasileira saber que o trabalho escravo ainda existe no País, a maioria da população não sabe responder com clareza o que caracteriza uma situação de escravidão.
Para o coordenador da Conatrae, Silvio Brasil, existe uma necessidade urgente de alertar para a existência do trabalho escravo urbano, que vem crescendo nos últimos anos. “Infelizmente, grande parte dos brasileiros ainda acredita que isso só acontece em zonas rurais", conclui ele.
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    sábado, 13 de fevereiro de 2016

    Musica alimento da alma


    Carnaval: Traficante é flagrado no trio elétrico do Psirico


    Um traficante foi flagrado em cima de um trio elétrico do grupo Psirico durante o arrastão da quarta-feira de cinzas (10), no circuito Barra-Ondina. Em liberdade condicional, Averaldo Ferreida da Silva Filho, o Averaldinho, está proibido de frequentar festas públicas, como o Carnaval. Segundo a assessoria da Polícia Civil, investigadores do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) reconheceram o traficante pelas tatuagens, nas imagens divulgadas pela imprensa.

    Ainda de acordo com a assessoria, o DHPP deve reportar a infração cometida à Justiça de Lauro de Freitas, região Metropolitana de Salvador, onde Averaldinho - apontado como chefe do tráfico de drogas nas localidades do Calabar e Alto das Pombas -, em Salvador, cumpre pena por tráfico. Condenado a mais de oito anos de prisão em 2008, o traficante obteve liberdade condicional em dezembro de 2013.

    Inicialmente, comentários nas redes sociais davam conta de que o traficante estaria no trio do cantor Danniel Vieira. Várias pessoas chegaram a apontar que Averaldinho subiu ao trio a convite do cantor Igor Kannário, que se apresentava com Danniel. Entretanto, em uma postagem no Facebook, o capitão da Polícia Militar Alden José Lázaro da Silva desmentiu a informação inicial e afirmou que o trio onde o traficante foi flagrado era da banda Psirico, liderada pelo cantor Márcio Victor.

    A assessoria de Kannário ainda negou os boatos e afirmou que ele foi convidado de Vieira e subiu no trio apenas com a esposa, produtora e amigo. Procuradas, as assessorias do cantor Danniel Vieira e da Empresa de Turismo de Salvador (Saltur) ainda não se posicionaram sobre o caso.

    Em liberdade condicional, traficante está proibido de frequentar festas públicas, como o Carnaval