quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Confira o que fica proibido de quinta-feira ao domingo de votação


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Com a proximidade do primeiro turno das eleições no domingo (5), a Justiça Eleitoral tem algumas regras que não podem ser esquecidas por candidatos, partidos políticos e coligações.  Segundo a Lei Eleitoral, amanhã (2) é o último dia para a exibição da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. É também o prazo final para os candidatos fazerem reuniões públicas de campanha, comícios e para a utilização de aparelhagem de som fixa, entre as 8h e a meia-noite. Quinta-feira também é a data limite para a realização de debates políticos na televisão ou no rádio. Debates iniciados no dia 2 podem se estender, no máximo, até as 7 horas do dia 3 de outubro.

Também até amanhã, partidos políticos e coligações terão que indicar à Justiça Eleitoral o nome das pessoas autorizadas a expedir as credenciais dos fiscais e delegados de partido que estarão habilitados a acompanhar os trabalhos de votação.

Sexta-feira (3) será a data limite para que se faça a divulgação paga, na imprensa escrita, a reprodução na internet do jornal impresso, de propaganda eleitoral. Ainda nesta sexta-feira, os presidentes de mesa que não tiverem recebido o material destinado à votação deverão comunicar a falha ao juiz eleitoral.

No sábado (4), termina a propaganda eleitoral com uso de alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8h e as 22h. Carreatas, caminhadas, passeatas e a distribuição de material gráfico também só poderão ser feitos até as 22h deste sábado.

Desde terça-feira (30), até 48 horas depois do encerramento da votação, nenhum eleitor pode ser preso ou detido, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou ainda por desrespeito a salvo-conduto.

A proibição de prisão de candidatos está em vigor desde o último dia 20. No entanto, quem concorre a cargo eletivo pode ser detido ou preso em caso de flagrante delito. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a competência para proibir a venda de bebidas alcoólicas no dia da votação é da Secretaria de Segurança Pública de cada estado, município ou do Distrito Federal.

Justiça determina que prefeito de Arataca pague o salário da vice


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A Justiça determinou ao prefeito de Arataca, Fernando Mansur, o Ferlu (PMDB), que retome o pagamento de salário da vice-prefeita Juliana Chagas (PP) a partir de outubro.

O juiz da Vara Cível da Comarca de Camacan, Fábio Mello Veiga, impôs multa de R$ 100 mil ao prefeito, caso descumpra a liminar em mandado de segurança impetrado pelo advogado de Juliana, Marcos Alpoim Andrade.

Ferlu suspendeu o pagamento do salário da vice-prefeita desde junho deste ano por perseguição política.

Outra ação será movida contra o prefeito para que ele pague os salários atrasados, segundo disse ao PIMENTA o advogado Marcos Alpoim.

O magistrado também determinou abertura de investigação por crime cometido por Ferlu, caso ele insista em não pagar os subsídios da vice-prefeita. A decisão foi tomada ontem.

Ferlu não foi encontrado para informar se seguirá a decisão judicial.

A Polícia Civil de Camaçari divulgou o nome e a foto do autor confesso dos disparos que mataram o comerciante John Kennedy Carvalho

A Polícia Civil de Camaçari divulgou o nome e a foto do autor confesso dos disparos que mataram o comerciante John Kennedy Carvalho Oliveira, 49, na manhã de terça-feira (30/9) na Gleba C. Trata-se de Davi Rocha dos Santos, que foi preso logo após o crime.

Na delegacia Davi confessou o crime e revelou que o fez a mando de Antônio Hélio, o “Tonho Cearense”. Ele informou também que a motivação do crime é passional.

De acordo com Davi, Tonho Cearense estava com ciúmes, pois desconfiava que John Kennedy tinha um caso com a sua ex-esposa, fato negado por amigos da vítima. “Ele nunca teve um caso com ela, eram apenas conhecidos” disse um morador da Gleba C.

O acusado de ser mandante do crime, o Tonho Cearense, está foragido.

PM apreende quase 08 quilos de maconha em Feira de Santana



Policiais militares do Pelotão Moto Centro (64ª CIPM), apreendeu aproximadamente 08 quilos de maconha, na noite desta quarta-feira (01), em Feira de Santana/BA.


A droga; que estava prensada, embalada e dividida em tabletes, foi encontrada durante abordagem a Geilson Santos Ferreira, que conduzia uma motocicleta biz, pela avenida Presidente Dutra, próximo da Estação Rodoviária.


O portador do material ilícito, que mora em Ipuaçu, foi conduzido para a delegacia de polícia, no Sobradinho, aonde foi autuado por tráfico de drogas.



                                                   * Fato Concreto

Presidiário é executado a tiros de pistola “ponto 40” quando saia do CPTF para trabalhar


Teixeira de Freitas: Na manhã desta quinta-feira, 02 de outubro, por volta das 6h00, uma guarnição da 1ª CIA se deslocou até a Rua E, nas proximidades do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, onde um homem foi vítima de homicídio. Trata-se de Pascoal dos Anjos Silva, vulgo “Cabelo”, 31 anos de idade. Pascoal era interno do CPTF, e segundo informações de pessoas que estavam próximas, 02 homens se aproximaram da vítima, vindo de uma rua lateral ao presidio, e começaram a atirar.
| Galeria com Fotos Chocantes
A vítima havia acabado de sair do presidio, sentido a fabrica de blocos, onde ele iria trabalhar, quando foi executado. A Polícia Civil foi acionada, e uma equipe do SILC, liderada pelo delegado Dr. Júlio Telles, esteve no local, e acionou o DPT para exames periciais. Os peritos Paulo Libório e Sandro de Abreu fizeram a perícia de ação violenta [homicídio]. Segundo o perito Libório, a vítima foi atingida por 08 disparos de pistola “ponto 40”, sendo 03 nas costas, 02 no braço esquerdo, 02 no tórax e 01 no abdômen.
O diretor do conjunto penal, o Coronel Ozires Cardoso, esteve no local. Pascoal foi preso em março de 2012, onde investigadores da 8ª COORPIN estouraram uma boca de fumo, que funcionava no Bairro Liberdade. Um inquérito policial foi instaurado, para investigar autoria e motivação do crime. Após pericia no local, os peritos autorizaram a remoção do corpo ao IML de Teixeira de Freitas, para exames de praxe.  O corpo será liberado na tarde desta quinta-feira, para velório e sepulto.
Por: Rafael Vedra/Liberdade News

‘Tivemos desavenças, mas nos tornamos grandes amigos’, diz ex-ministro do STF sobre ACM


O Bahia Notícias entrevistou o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Velloso durante sua passagem por Salvador, onde participou de um seminário organizado pelo Sindicato dos Servidores do Estado da Bahia (Sindefaz). Velloso falou sobre os pontos que a justiça brasileira tem avançado desde 2006, quando deixou o STF por aposentadoria compulsória ao completar 70 anos, suas avaliações do ex e atual presidentes do STF, respectivamente Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, além de comentar sua relação com o falecido Antônio Carlos Magalhães, a quem chegou a dizer que “não era um homem de bem” em algumas trocas de acusações pela imprensa. As ásperas falas ocorreram enquanto o jurista mineiro era presidente do STF e o político baiano era presidente do Senado nacional. “Tivemos discussões sérias. Mas o tempo foi caminhando e ele se tornou um grande amigo”. Leia a entrevista completa.
 

Fotos: Patrícia Gomes/Sindsefaz
 
Bahia Notícias: Já se vão oito anos desde sua aposentadoria do Supremo Tribunal Federal em 2006. Quais pontos o senhor acha que temos avançado na Justiça desde então?
Carlos Velloso: Sobre o ponto de vista da democracia, vivemos um bom período muito bom e eficaz. Temos assistido a participação da sociedade na tomada de decisões. Vemos muito essa participação através das entidades de classes, sindicatos, associações que tem uma voz muito ativa. E temos assistido uma boa eficácia no jogo dos três poderes constituídos, o executivo respeitando as conquistas da sociedade e um poder judiciário cada vez mais atuante, estimulando inclusive o congresso nacional a tomar atitudes. Veja que coisa interessante tem sido algumas das últimas decisões do supremo. A questão do feto anencéfalo, por exemplo, que se debatia há um longo tempo, o STF proferiu uma decisão progressista, que é do nosso tempo, do tempo que vivemos. O avanço também na questão das chamadas uniões homoafetivas, entre homens com homens e mulheres com mulheres, que muitos ainda recebem ainda assustados, mas que é algo do nosso tempo.

BN: Mas o senhor acha que hoje em dia existe um período menor entre as demandas da sociedade e as decisões do judiciário?
CV: Sim, percebo sim. Os juízes vêm tomando decisões que garantem as conquistas constitucionais. Sintetizando, penso que vivemos um bom momento democrático. Temos que cuidar para que não haja um retrocesso e ocorra um aperfeiçoamento. Agora mesmo, estamos em um momento de campanha política, com os candidatos se manifestando com liberdade. O povo brasileiro está de parabéns por isso.
 
BN: Como o senhor avaliou a passagem do Joaquim Barbosa na presidência do STF e o que acha que podemos esperar no Ricardo Lewandowski no cargo?
CV: O Barbosa teve um bom período no STF. Ele se notabilizou como um juiz enérgico, em especial como relator da AP 470, a ação penal do mensalão. E agora é a vez de Lewandowski, que também vai ter bons momentos. Ele é um juiz experimentado, corajoso. Se Joaquim Barbosa teve a coragem de sustentar seus pontos de vista, na condenação dos réus do mensalão, Lewandowski teve também a coragem, que é própria do juiz, de preservar, emitir pronunciamentos liberais no momento em que a população, apoiada pela mídia,  pensava de outra forma. Então, você não tenha duvida, o ministro Lewandowski proferiu aqueles votos dele, ele condenou também muitos, mas aqueles votos liberais que proferiu, baseado na sua consciência, aquilo que ele estuda. Isto que é belo em um tribunal, em um colegiado, cada um manifestando o seu ponto de vista, fazendo valer o que representa sua consciência e sua ciencia. Por isso, então é fácil antever bons momentos para o supremo com o ministro.
 
 
BN: Na época do estouro do caso do mensalão, o senhor disse que considerava as penas para o caso de caixa dois muito brandas no Brasil. Como o senhor o desfecho do caso do mensalão? As penas foram brandas?
CV: No que toca ao caixa 2, continuo achando que precisamos ter mais severidade com este procedimento, que é nocivo para a sociedade e o erário. É realmente aquilo que o Márcio Thomaz Bastos, isso é coisa de bandido. Achava, sim, que as penas eram muito brandas, no âmbito eleitoral. Continuo achando isso. Foi na minha gestão como presidente do STF que foi reescrito o código eleitoral. Passou a ser algo encarado com severidade. Precisamos punir com severidade aquilo que chamamos de caixa 2. Antes, aparecia mais do que vai aparecer agora. Com os esclarecimentos que se fez e a repulsa da sociedade a esse tipo de delito. Quantas pessoas precisam comprar um imóvel por R$ 200 mil, mas a escritura sai por R$ 150 mil?. Alguém tem um caixa 2 aí, vai receber um dinheiro que não pode declarar ao fisco. Isso ocorre em diversos setores da sociedade, temos que combater e apenar com severidade.
 
BN: Após a sua saída do STF, o senhor voltou a advogar, sendo inclusive um dos advogados aqui do Sindefaz. O senhor acha que existe algum conflito ético em um ex-ministro do STF voltar a advogar?
CV: Se eu percebo que há algum conflito, eu recuso. Eu normalmente não participo do contencioso. Por exemplo, no caso do Sindefaz, eu aceitei porque fui servidor público por 51 anos, 40 como magistrado. Tenho pela classe dos servidores muita afeição. Assumi nesse caso, mas é difícil que isso acontece, fico mais nos pareceres. Minha advocacia é mais de consultaria, pareceres. Sou muito cuidadoso na questão ética. Mas exercer a advocacia não gera nenhum conflito. Mas no exercício é preciso certa cautela. Já fui convidado para emitir um parecer em um caso que percebi que não poderia emitir nada porque eu tinha sido relator de um caso que era justamente relacionado ao que estava posto em discussão. Então, neste caso, comuniquei aos advogados que me sentia impedido.
 
BN: O senhor teve desavenças históricas com o falecido político local Antônio Carlos Magalhães quando o senhor era presidente do STF e ACM era presidente do senado. Queria que o senhor falasse como ficou a sua relação com ACM após estes incidentes.
CV: É verdade, tivemos desavenças sérias, fortes discussões. Lembro de uma vez, no auge dessas discussões, vim a Bahia e nem o procurei, em um jantar aqui em Salvador nós nos ignoramos. Mas o tempo foi caminhando e ele se tornou um grande amigo.
 
 
BN: Mas essa busca da reconciliação partiu do senhor ou dele?
CV: As nossas desavenças centram em um único ponto, ele defendia as prerrogativas do legislativo e eu do judiciário. Pouco depois dessas desavenças, ele foi ao supremo e me concedeu a medalha da Ordem do Congresso Nacional. Eu senti muito seu falecimento, quando morreu nós éramos muito amigos. Fiquei feliz de chegar aqui e encontrar uma cidade bonia e limpa. Cumprimento o ACM Neto, ele está seguindo a linha do avô, isto é muito bom para a Bahia. 
 
BN: Como o senhor avalia a situação do sistema judiciário após o governo Lula e o atual governo Dilma? Houve uma melhora?
CV: Nada influiu, nem para melhorar nem piorar. O que fez melhorar foi a constituição de 1988, que facilitou o ingresso das pessoas em juízos, e fez do juiz um participante importante do jogo democrático, deixando de ser um simples resolvedor de problemas para entre particulares para interferir nos autos negócios públicos da administração. O juiz teve seu papel político ampliado significativamente. Quando falo política, falo no sentido grego da palavra, aquele que participa das decisões, em prol da sociedade.
                                                                por Lucas Cunha

Morre aos 74 anos Jimmy Ellis, líder da banda The Trammps

Jimmy Ellis, líder e vocalista do grupo The Trammps, morreu na manhã desta quinta-feira (08/03) aos 74 anos, de acordo com informações divulgadas por sua esposa e seu irmão.
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Ellis lutava desde 2008 contra o mal de Alzheimer, e foi um dos fundadores do The Trammps no final dos anos 60.
É dele a voz em "Disco Inferno", música de grande sucesso lançada em 1976.
A canção chegou ao 11º lugar nas paradas da Billboard em 1978, ano em que apareceu em "Os Embalos de Sábado À Noite", filme icônico sobre a cultura disco e cuja trilha sonora ganhou o Grammy de melhor álbum do ano.
Jimmy Ellis cresceu em Nova Jersey, mas passou a vida na Filadélfia, onde começou sua carreira musical, ainda nos anos 50. Antes de formar o The Trammps, integrou os grupos Four Kings e The Exceptions.
Ainda não foi divulgada a causa oficial de sua morte. Ellis deixa um filho, oito netos e dois bisnetos.